Archive for the ‘Tecnologia educativa’ Category.

Telecentros receberão R$ 165 milhões do governo

Meta é ampliar rede com cerca de 3 mil unidades e reformular as 5,6 mil já existentes, com novas máquinas e conexões mais rápidas.

O governo federal anunciou nesta quarta-feira (24/2) a implantação em todo o País de 3 mil novos telecentros e a reformulação dos já existentes. Serão utilizados para o projeto 165 milhões de reais, em recursos orçamentários dos Ministérios das Comunicações, Ciência e Tecnologia e Planejamento, de acordo com o jornal O Estado de S.Paulo.

Diante do cenário previsto pelo governo, dos 5,6 mil telecentros existentes, 80% terão uma conexão à internet de melhor qualidade, 20% terão novas máquinas, e 4,4 mil passarão a contar com o trabalho de monitores.

Cerca de 64,35 milhões de reais serão utilizados na compra de móveis e equipamentos, além dos computadores; 26,4 milhões para a conexão à internet; 57 milhões servirão para arcar com a bolsa dos 8.600 monitores; e os 10% restantes, serão para o acompanhamento e gerenciamento do programa.

De acordo com o coordenador do programa de inclusão digital do governo, Cezar Alvarez, a distribuição dos equipamentos começará em 90 dias e o objetivo é atingir a marca de 14 mil telecentros em operação.

Chamada pública
O governo oferecerá também nesta quarta-feira (24/2) a chamada pública que irá escolher as empresas interessadas em apresentar propostas. O prazo para essa apresentação será de 60 dias, após esse período o governo terá 30 dias para julgar as propostas.

Entidades públicas sem fins lucrativos, organizações não-governamentais (ONGs), prefeituras e associações de bairro poderão se candidatar à seleção do programa de telecentros.

Fonte: Folha Online

Banda larga dos pobres já existe

O presidente Lula promete colocar banda larga na casa de cada brasileiro –o que sairia por R$ 180 bilhões e demoraria cinco anos. No mínimo.

A banda larga dos pobres, porém, já existe e, com pouco dinheiro, poderia crescer rapidamente –mas quase ninguém dá importância. São as lan houses.

Colhi documentos oficiais e do Ibope que mostram que são hoje, no país, 180 mil lan houses, que atendem 31 milhões de pessoas, a imensa maioria delas pobres –o detalhamento está no www.catracalivre.com.br. Ou seja, a inclusão digital no Brasil é informal e, na prática, clandestina.

Diante desses números, fica óbvia –pelo menos para quem deseja evitar desperdícios– que deveria haver um plano de apoio à rede de lan houses para que exerçam um papel de centros comunitários digitais. Poderiam ser tanto um “poupatempo”, aproximando o cidadão dos serviços públicos, com uma extensão da sala de aula.

Em algumas cidades, criaram o vale-internet: o aluno recebe o vale e pode gastá-lo numa lan house que oferece um professor.

Essa proposta não tem a grandiosidade marqueteira de oferecer banda larga para todos mas, por ser barata e rápida, pode ajudar imediatamente os mais pobres.

Fonte: Folha Online

Portal promove inclusão social e digital dos índios brasileiros

A inclusão social e digital  dos indígenas brasileiros está, aos poucos, se transformando em realidade. Usando como principal ferramenta o software livre, o portal Web Brasil Indígena foi criado com a finalidade de promover a inclusão e já começa  a atingir as comunidades indígenas espalhadas por todo o país.

A tecnologia do software livre foi adotada porque “era mais interessante e colaborativa”, disse hoje (10) Anápuáka Muniz Tupinambá Hã hã hãe, índio da etnia Tupinambá, ao participar  do Encontro de Negócios em Software Livre, no Info Rio 2009 – 7º Encontro Nacional de Tecnologia e Negócios. O evento é promovido pelo Sindicato das Empresas de Informática do Estado do Rio de Janeiro (Seprorj).

Coordenador-geral de tecnologia da informação e comunicação (TIC) do Web Brasil Indígena, Anápuáka Muniz afirmou que os resultados iniciais são promissores, embora tenha salientado que para incluir é preciso que haja a parceria do governo.

O portal utiliza os pontos de acesso à internet disponibilizados pelo governo federal nas aldeias. “Isso é um primeiro ponto para a gente: poder utilizar essa tecnologia”. O portal usa as ferramentas de mídia do software livre e promove sua adaptação e flexibilização às etnias indígenas”.

De modo geral, Muniz disse que os índios têm confiança apenas em profissionais também indígenas. “Porque você colocar tecnologia em um local  onde as pessoas não estão acostumadas, é uma questão de confiança. Quando um indígena leva,  ele é parente, é responsável, porque não vai levar nada  que destrua. Então, a nossa visão é  cultural mesmo, de sustentabilidade, porque ele tem que ganhar dinheiro, mas está levando a cultura delepara a sociedade, porque está gerando conteúdo.”

Por meio do portal,  os indígenas são apresentados ao lado bom das tecnologias, disse Muniz. Eles escolhem as mais adequadas. “Essa é a nossa visão”. O projeto não conta com apoio governamental, lastimou Anápuáka Muniz. “Precisamos ter. A  gente não tem uma grande plantação. Mas,  faz a nossa hortinha  e ela está dando bons frutos”.

Ele pretende levar o pleito às autoridades federais. Para isso, procura participar de todos os eventos relacionados à tecnologia da informação. “Até para eles poderem enxergar a gente.  Não é só chegar lá  batendo na porta com uma ideia na cabeça. É mostrar que a gente já está mudando e está levando resultados já presentes. Espero que o governo venha  olhar para a gente, sim, com uma boa participação”.

O Web Brasil Indígena gera conteúdo étnico e de mídia  em todas as áreas, com a meta de mostrar à sociedade o passado, presente e futuro dos indígenas brasileiros. A idéia é mostrar mais conteúdo para o povo brasileiro, afirmou Anápuáka Muniz. No portal, também é possível ter acesso à cultura indígena contemporânea, por meio da rede social Aldeia Brasil Indígena, além de material para pesquisadores e estudantes indígenas no blog Acadêmico WBI.

Fonte: Software livre.org

A tecnologia e a educação de mãos dadas

microsoft

Professores antenados com seu tempo, alunos mais motivados em aprender e escolas prontas para os desafios do século XXI. Com esses três objetivos em mente, a Microsoft, por meio da Iniciativa Parceiros na Aprendizagem, vem desde 2003 desenvolvendo Programas Educacionais para apoiar a educação com práticas inovadoras nas quais a tecnologia propicia avanço tanto nos processos de ensino-aprendizagem quanto na gestão escolar.

Para implementar os Programas Educacionais, a Microsoft tem realizado parcerias com universidades e instituições que se destacam no estudo e aplicabilidade do uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) para intensificar a inclusão digital e social.

Agora, essa experiência acumulada está à disposição de escolas e professores interessados em renovar sua prática pedagógica. Todos os conteúdos dos Programas Educacionais Microsoft (apostilas, livretos, vídeos, sites, cursos e produtos voltados à educação) estão reunidos em um mesmo espaço: o site Conteúdos Educacionais – www.conteudoseducacionais.com.br

Os conteúdos estão disponibilizados gratuitamente, bastando apenas se cadastrar para fazer download dos Programas que mais interessarem.

Esses materiais estão distribuídos por áreas de interesse:

  • Escolas Inovadoras
  • Alfabetização Digital
  • Comunidade Conectada
  • Programa Escolas de Tecnologia Inovadora
  • Programa Escolas Inovadoras – Lumiar
  • Segurança na Web
  • Programa Escola Digital

Educadores Inovadores

  • Alfabetização Digital
  • Currículo Educacional
  • Objetos de Aprendizagem
  • Office Online
  • Princípios de Aprendizagem
  • Programa Aprender em Parceria
  • Programa de Acessibilidade
  • Programa Desafio Digital
  • Programa Gestão Escolar e Tecnologias
  • Segurança na Web
  • Software Microsoft® Matemática

Alunos Inovadores

  • Alfabetização Digital
  • Office Online
  • Princípios de Aprendizagem
  • Programa Aluno Monitor
  • Segurança na Web

Dessa forma, educadores de todo Brasil podem acessar estes recursos, que irão contribuir para estimular suas habilidades pedagógicas, para que seus alunos aprendam mais e melhor e, assim, ajudar a desenvolver cada vez mais a educação brasileira.

Wikipedia recebe US$ 500 mil para expandir atuação no mundo

The William and Flora Hewlett Foundation diz que enciclopédia colaborativa tem importante papel de tornar a informação acessível gratuitamente.

A organização sem fins lucrativos que opera a maior enciclopédia online do mundo, a Wikipedia, recebeu uma doação no valor de 500 mil dólares da gigante The William and Flora Hewlett Foundation.

O aporte visa a ajudar na expansão do trabalho da Fundação Wikimedia em levar conteúdo educacional gratuito para pessoas em todo o mundo.

Segundo a agência Associated Press, a Hewlett Foundation declarou que a Wikipedia tem um importante papel em tornar a informação acessível. A fundação já recebeu mais de 100 milhões de dólares em doações desde 2001 para promover material educacional de alta qualidade, acessível a qualquer pessoa e sem qualquer custo.

Recentemente, a Fundação Wikimedia declarou que quer tornar seus serviços ainda mais fáceis de usar, desenvolvendo materiais de treinamento para engajar novos editores voluntários e implantar métricas que rastreiem o impacto da organização.

Em 2008, a enciclopédia colaborativa recebeu a maior doação individual de toda sua história: 3 milhões de dólares da Alfred P. Sloan Foundation.

Fonte: Portal UOL