Archive for the ‘Comportamento’ Category.

Brasil ultrapassa 175 milhões de celulares em janeiro

Em janeiro, o Brasil teve 1,64 milhão de novos acessos à telefonia móvel, levando o país à marca de 175,6 milhões de celulares, conforme divulgou nesta segunda-feira a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), registrando uma densidade de 91,33 acessos a cada 100 habitantes.

O crescimento no número de habilitações verificado em janeiro foi de 0,94% em relação a dezembro. Segundo a Anatel, é o segundo melhor janeiro da série histórica, menor apenas que o verificado no primeiro mês de 2008, quando foram criados 1,88 milhão de novos acessos.

Do total de planos de celular no Brasil, 82,62 % são pré-pagos. A tecnologia predominante no país é a GSM, com 88,6% do mercado.

Empresas

A Vivo é a empresa líder no mercado de telefonia móvel, com domínio de 29,9% do setor. Em seguida vem a Claro, com fatia de 25,5%.

A TIM vem em terceiro, com participação de 23,6%. A Oi tem 20,6% de participação.

Celulares por habitante

A região Norte é a que apresentou, em janeiro, o maior crescimento do número de celulares por habitantes, de 1,5%. O Estado do Amazonas puxou o número, com um incremento em sua teledensidade de 2,4%.

O Norte é, contudo, a segunda região com menor relação de celulares por pessoas ­ de cada 100 habitantes, 72,1 têm celular. Fica na frente apenas do Nordeste, que tem teledensidade de 71,8. Em janeiro, a região apresentou crescimento de 1,23%, o segundo resultado mais expressivo do mês.

Fonte: Folha Online

Violência contra educadores pode virar crime sujeito a detenção

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 6269/09, do deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), que criminaliza a agressão contra professores, dirigentes educacionais, orientadores e agentes administrativos de escolas.

A pena prevista é detenção de um a quatro anos, nos casos de agressão física, e detenção de três a nove meses ou multa, nos casos de agressão moral. A proposta altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40), na parte que trata do crime de desacato ao funcionário público.

O texto equipara o professor de escola pública ou particular a agentes públicos, para que seus agressores possam ser punidos conforme prevê a legislação brasileira. Se o agressor for menor de idade, deverá cumprir as penas estabelecidas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90).

Programa de prevenção
Além de tipificar a agressão contra o professor, o projeto institui o Programa Nacional de Prevenção à Violência contra Educadores (Pnave), com previsão de implementação de medidas preventivas, cautelares e punitivas da violência contra o educador.

As medidas incluirão campanhas educativas, afastamento ou transferência para outra escola do aluno agressor, além de licença do educador ameaçado. As despesas decorrentes da aplicação do programa serão custeadas por dotações orçamentárias do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e do Ministério da Justiça.

Caberá às secretarias estaduais e municipais de Educação e Segurança Pública organizar atividades de combate à violência nas escolas. O trabalho será feito em parceria com entidades dos profissionais da educação e de estudantes, conselhos deliberativos da comunidade escolar, sob orientação dos ministérios da Educação e da Justiça, e será direcionado a educadores, alunos, famílias e à comunidade.

Agressão e conflito
Rodrigo Rollemberg afirma que cada vez mais as escolas no Brasil e no mundo estão se tornando “territórios de agressão e conflito”, o que tem chamado a atenção da sociedade e da mídia.

Ele cita pesquisa realizada em 2006 pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo que aponta, como queixa mais comum dos educadores, as agressões verbais entre professor e aluno.

“Dentre os 684 professores entrevistados, 82,2% afirmaram ter sofrido alguma
forma de violência física e/ou psicológica no exercício do magistério. Caracteriza-se assim um perfil pessimista para uma categoria que já sofre com baixos salários, infraestrutura de ensino precária e longas jornadas”, afirma o deputado.

Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Educação e Cultura; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado pelo Plenário.

Fonte: Camara dos Deputados

Crianças que usam SMS falam e leem melhor, diz estudo

Um estudo publicado pela British Academy afirma que crianças que usam mensagens de texto SMS em celulares (ou “texting”) leem e falam melhor que as demais. Publicado na quarta-feira (20), o estudo diz que pais e professores devem estimular a prática como forma de melhorar a atenção fonoaudiológica das crianças.

Segundo o jornal inglês “The Independent”, boa parte das crianças que escrevem abreviações de palavras dominam a forma de pronunciá-las corretamente. Pesquisadores também notaram um aumento de atenção quando algumas palavras rimavam com outras.
No entanto, os pesquisadores não conseguiram detectar qualquer sinal de que a frequência de texting tem efeito na habilidade de escrever dentro das normas corretas da língua inglesa. Eles chegaram apenas à conclusão de que usuários frequentes eram mais propensos a ter altas avaliações em testes de fluência verbal.

A pesquisa, conduzida entre um grupo de crianças entre oito e 12 anos, concluiu que os usuários mais regulares de SMS eram os que tinham menos problemas em ler e falar em sala de aula.

O aumento do uso desse tipo de comunicação gerou opiniões de que o texting estaria destruindo as linguagens.

Professores também constatam o crescimento do uso de linguagens comprimidas, características de SMS, em provas e exames.

“Estudamos esta área, inicialmente, para ver se havia alguma evidência de associação entre o uso do texto abreviado e a alfabetização, após o retrato negativo da atividade na mídia”, disse Clare Wood, especialista em desenvolvimento psicológico da Universidade Coventry.

“Ficamos surpresos em ver que não apenas a associação era forte, mas que o uso de mensagens de texto auxilia no desenvolvimento de habilidades fonoaudiológicas e da capacidade de leitura em crianças”, disse ela.

Fonte: Folha Online

Violência contra educadores pode virar crime sujeito a detenção

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 6269/09, do deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), que criminaliza a agressão contra professores, dirigentes educacionais, orientadores e agentes administrativos de escolas.

A pena prevista é detenção de um a quatro anos, nos casos de agressão física, e detenção de três a nove meses ou multa, nos casos de agressão moral. A proposta altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40), na parte que trata do crime de desacato ao funcionário público.

O texto equipara o professor de escola pública ou particular a agentes públicos, para que seus agressores possam ser punidos conforme prevê a legislação brasileira. Se o agressor for menor de idade, deverá cumprir as penas estabelecidas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90).

Programa de prevenção

Além de tipificar a agressão contra o professor, o projeto institui o Programa Nacional de Prevenção à Violência contra Educadores (Pnave), com previsão de implementação de medidas preventivas, cautelares e punitivas da violência contra o educador.

As medidas incluirão campanhas educativas, afastamento ou transferência para outra escola do aluno agressor, além de licença do educador ameaçado. As despesas decorrentes da aplicação do programa serão custeadas por dotações orçamentárias do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e do Ministério da Justiça.

Caberá às secretarias estaduais e municipais de Educação e Segurança Pública organizar atividades de combate à violência nas escolas. O trabalho será feito em parceria com entidades dos profissionais da educação e de estudantes, conselhos deliberativos da comunidade escolar, sob orientação dos ministérios da Educação e da Justiça, e será direcionado a educadores, alunos, famílias e à comunidade.

Agressão e conflito

Rodrigo Rollemberg afirma que cada vez mais as escolas no Brasil e no mundo estão se tornando “territórios de agressão e conflito”, o que tem chamado a atenção da sociedade e da mídia.

Ele cita pesquisa realizada em 2006 pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo que aponta, como queixa mais comum dos educadores, as agressões verbais entre professor e aluno.

“Dentre os 684 professores entrevistados, 82,2% afirmaram ter sofrido alguma forma de violência física e/ou psicológica no exercício do magistério. Caracteriza-se assim um perfil pessimista para uma categoria que já sofre com baixos salários, infraestrutura de ensino precária e longas jornadas”, afirma o deputado.

Tramitação

O projeto será analisado pelas comissões de Educação e Cultura; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado pelo Plenário.

Fonte: Portal IG

Educação entra na agenda dos candidatos

A pesquisa CNI/Ibope mostra que a educação entrou no topo da agenda do brasileiro –o que é uma notícia extraordinária sobre a mudança de mentalidade.

De acordo com os entrevistados, a principal preocupação nacional é a segurança. E, em segundo lugar, aparece educação. Até pouco tempo atrás, segundo o Ibope, educação chegava a, no máximo, sétimo lugar.

Isso se deve à percepção popular de que a abertura do mercado de trabalho está condicionada à escolaridade.

A tradução é a seguinte: os candidatos terão de falar mais em como formar as pessoas do que gerar empregos. Até porque, como se sabe, quanto mais e melhor escola, menos violência.

Fonte: Folha Online

Faculdade dos EUA recusa formatura a alunos obesos

Agora que a primeira turma está para se formar, os que não reduziram seu IMC correm o risco de não conseguirem se formar.

“Cerca de 15% de nossos alunos não conseguiram um IMC menor que 30, portanto, esperamos que dezenas deles não completem o curso”, disse à BBC James L. DeBoy, chefe do departamento de Saúde, Educação Física e Recreação da universidade.

“Epidemia*

LeBoy defendeu a decisão da instituição, dizendo que “tempos drásticos requerem medidas drásticas”.

“Estamos em meio a uma epidemia de obesidade nos Estados Unidos, e sabemos que a obesidade se associa a doenças do coração, diabetes, acidentes vasculares-cerebrais, câncer e problemas ósseos e musculares”, afirmou.

Mas muitos alunos vieram a público para reclamar da universidade.

“O requisito do IMC é ridículo”, definiu Sharifa Riley, aluna de jornalismo, à BBC.

“Estou perfeitamente consciente de que a obesidade está se tornando um problema, principalmente para pessoas da nossa idade. Mas os estudantes vêm à universidade para receber uma educação”, disse. “Para mim, trabalhar durante quatro anos para chegar ao final do meu curso e alguém me dizer que não posso me formar por causa do meu peso, não tem nada a ver.”

Em entrevista à rede CNN, o professor de Direito David Kairys, da Universidade de Temple, também na Pensilvânia, disse que, do ponto-de-vista legal, a exigência da Lincoln parece “paternalista” e “intrusiva”.

“O curso de fitness deveria ser uma escolha do estudante”, concluiu.

Fonte: Folha Online

Professora teria tapado boca de aluno com fita crepe em MG

Uma professora suspeita de tapar a boca e prender os braços de um aluno de 4 anos com fita crepe em sala de aula foi demitida de uma escola particular de Sete Lagoas (MG), no final de outubro. Elaine Aparecida Batista, 26 anos, é recém-formada em pedagogia e havia começado a dar aulas no Centro Educacional Mundo Encantado no início do ano, mas já havia trabalhado um ano como ajudante. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

A reportagem não consegui localizar a professora para que ela comentasse o caso. O jornal afirma também que a mãe do aluno decidiu, dias após o incidente, tirar a criança da escola e processar Elaine por danos morais.

A diretora da escola, Maria da Consolação Machado, disse à Folha que a professora decidiu tapar a boca do estudante com fita crepe porque o menino a estava xingando, mas a fita não teria aderência forte. Como o menino tirava a fita da boca, a professora teria decidido prender os braços do garoto para trás, mas ele também teria conseguido se soltar. Doze crianças teriam presenciado a cena.

Em nota, o colégio disse à reportagem que seus profissionais passam por “rigorosa avaliação, tanto pessoal quanto profissional” e que, no caso da professora Elaine, não foi constatado nada que desabonasse sua conduta durante o período em que estava em teste na instituição.

A escola afirmou ao jornal ainda que o episódio foi um “lamentável e censurável incidente” e que o menino continuou indo à aula após o ocorrido, com acompanhamento psicológico.

Fonte: Portal Terra

Professora suspeita de tráfico de drogas é presa no PR

Uma professora do ensino fundamental foi presa, na segunda-feira, suspeita de integrar uma quadrilha de tráfico de drogas, Arapoti, no norte do Paraná. De acordo com a Polícia Civil, Adriana Amorim, 27 anos, lecionava em quatro colégios públicos da cidade.

Segundo o delegado Marcos Paulo Rigoni Rubira, coordenador das investigações, a professora seria viciada em drogas e traficava para abastecer o vício. Não há indícios de que ela teria vendido entorpecentes para seus alunos. As investigações da polícia apontam que, em apenas um dia, a professora chegou a comprar cerca de R$ 4,5 mil em pedras de crack.

De acordo com a polícia, a professora já estava com o mandado de prisão expedido pela Justiça há cerca de uma semana. Agora as investigações continuam para cumprir dois mandados de prisão de integrantes da quadrilha.

As investigações apontaram que ela e a quadrilha chegavam a alugar carros para comprar drogas em Ponta Grossa. “O dono de um dos carros alugados disse que quando devolveram o veículo ele estava com um pó branco (cocaína) no chão”, disse o delegado.

Desde abril, a polícia de Arapoti deflagra a Operação Pedra Maldita, cuja finalidade é combater o tráfico de drogas na região. Já foram presas 13 pessoas, incluindo três da quadrilha que a professora participa, e apreendidos mais de R$ 100 mil em drogas.

Fonte: Portal Terra

Estudante causa tumulto por causa de minisaia

O episódio ocorrido na última quinta-feira, dia 22 de outubro, na Universidade Bandeirante de São Paulo (Uniban), da unidade de São Bernardo do Campo, no Grande ABC Paulista, em que uma aluna foi ofendida por colegas por vestir trajes considerados “inapropriados” vem dividindo a opinião de estudantes da faculdade.

Muitos alunos se disseram surpresos com a situação de agressão que foi gravada, publicada como vídeo no site Youtube e visitada até o início desta tarde por cerca de 20 mil pessoas.

Thiago Damaceno, 23 anos, estudante do curso de Gestão de Rádio e TV, acompanhou todo o trajeto da aluna pela faculdade no momento da agressão.

Segundo ele, a estudante, que não teve o nome divulgado, “passou com trajes mínimos pelo corredor e chamou a atenção dos outros alunos”. “Estava conversando com um amigo quando a garota passou, e nós a seguimos até a sua sala. Não imaginei que a situação fosse sair do controle”, afirmou.

“A roupa era inadequada ao local. Ela sbia que estava em ambiente educacional”, disse Cláudia Cristina dos Santos, estudante de Educação Física, 37 anos.

Já para a aluna de Fisioterapia, Karina Oliveira, 23 anos, “o tamanho da saia não pode justificar a atitude das pessoas”. “Não era necessário o tumulto e nem o xingamento. Foi um absurdo”, afirmou Karina.

Para a estudante de Logística, Keila Graciano, 23 anos, “faltou bom senso”. “A menina estava vestida como alguém que ia para uma festa”. Keila acrescentou que não era preciso humilhar a garota. “Quer gravar um vídeo grava, mas não xinga”, completou.

O estudante de Educação Física, Elias Alves, 19 anos, criticou a atitude da menina. “Não foi uma decisão sábia e, pelo que eu me lembre, nem fazia calor. Ela poderia ter evitado toda a confusão”.

Para sair da faculdade, durante o tumulto da semana passada, a estudante que vestia uma mini-saia cor-de-rosa, teve de sair escoltada por Policiais Militares.

Na tarde desta quinta-feira, a Uniban informou que instaurou uma sindicância interna para apurar o episódio e que “pretende aplicar medidas disciplinares aos causadores do tumulto, conforme o seu Regimento Interno, respeitando-se o contraditório e a ampla defesa”.

Fonte: Portal Terra
Video do Youtube do tumulto na Uniban.

RJ: professora diz que foi punida por ensinar conteúdo afro

Depois de amargar uma suspensão de 45 dias, a professora da rede pública municipal de Macaé, 180 km ao norte do Rio de Janeiro, Maria Cristina Marques acusou os diretores da escola onde trabalha, a Pedro Adami, de perseguição por motivos supostamente religiosos. Ela foi afastada por usar em sala de aula o livro Exu – contos do folclore brasileiro em suas aulas de Língua Portuguesa, ato considerado pela diretoria como doutrinador.

O livro, de Adilson Martins (editora Pallas), tem parecer do MEC e estava disponível na biblioteca da própria escola. Teria sido recomendado à professora por um aluno. Cursando pós-graduação em cultura afro na Faculdade de Macaé, Maria Cristina logo se interessou pela publicação, levando-a às suas aulas de literatura. Apesar da boa aceitação dos alunos, a utilização levou a diretora, Mary Lice da Silva, e o sub-diretor, Sebastião Carlos Menezes, a punirem a professora.

“Fico muito triste por não poder mostrar a cultura afro. Não considero esse livro religioso, pois ele apenas narra contos”, justificou neste domingo a professora, que voltou a trabalhar graças a uma determinação da Procuradoria da prefeitura de Macaé.

A Secretaria de Educação do município abriu sindicância contra a diretoria da escola. A Procuradoria, no entanto, está investigando a conduta da professora, o que revoltou membros da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa.

A favor de Maria Cristina estão dois abaixo-assinados (um de professores e outro de alunos do turno da noite), várias fotos e ainda o testemunho de dois funcionários.

“Em um primeiro momento, estamos trabalhando para apurar o fato e encaminhar ao Ministério Público um pedido de retratação com base na lei que diz respeito à discriminação religiosa. Posteriormente, entraremos com uma ação de injúria contra a diretora e o subdiretor, que podem ser condenados de um a dois anos de pisão”, explica o advogado da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, Carlos Nicodemos.

Procurada pelo JB, a diretoria da Escola Municipal Pedro Adami não foi encontrada nos telefones da escola.

Fonte: Portal Terra